Estrelas:
Resumo:
Juntamente com Rony e Hermione, seus melhores amigos, Harry Potter está no terceiro ano na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Os assustadores guardas de prisão de Azkaban foram chamados para vigiar as estradas da escola, pois um perigoso assassino está foragido e tudo indica que o alvo é o herdeiro de Lílian e Tiago Potter. O que acontecerá com Harry diante desta ameaça?
Resenha:
Neste livro , a autora faz você acreditar em uma versão de que é Sirius Black, mas no final ela realmente mostra que ele é, e para mim, ficou um pouco confuso, mas depois você estende o que esta acontecendo, pois o dialogo que esclarece tudo rola entre Sirius, Lupin e Pedro, mas claro, com o "tempo" você compreende a história toda.
Eu adorei o livro, pois mostra que há pessoas "más" que fazem de tudo para se dar bem, juntando-se com o inimigo, isso porque não tem capacidade de ser "forte" sozinho. Além da autora criar também os temíveis dementadores (algo que você não quer encontrar nem nos seus sonhos), ele levanta uma polemica (para mim). Quando Harry vai mostrar o seu medo aparece um dementador, então Lupin diz que é comum as pessoas terem medo do medo! E isso mostra que o dementador não passa de algo que quer mostrar para você os seus medos mais profundos, e para isso suga a sua felicidade. (mas isso é a minha opinião).
O livro tem um ótimo final quando Harry chega a estação e o seu tio Válter pergunta se era um formulário para ele assinar, então Harry responde "Não é, não. É uma carta do meu padrinho", então Válter responde: "Padrinho? Você não tem padrinho!", logo Harry diz todo animado" Tenho, sim. Era o melhor amigo da minha mãe e do meu pai. E é um assassino condenado, mas fugiu da prisão dos bruxos e está foragido. Mas ele gosta de manter contato comigo..saber das notícias...verificar se estou feliz...". Eu queria muito ver essa sena, a cara de pavor do tio Válter ao saber que se não cuidasse bem do sobrinho, um assassino perigoso viria atrás dele... (kkkkkkkkkkk).
Falas:
JORGE: juro solenemente que não pretendo fazer nada de bom.

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